Os grupos escoteiros Sol e Lua, de Bebedouro; e Chão Preto, de Barretos, passaram um dia acompanhando a rotina do Aeroclube Bebedouro, para adquirir conhecimento sobre os planadores.

IMG-20170918-WA0021

Atentos – Escoteiros acompanham inspeção do planador antes do vôo. Após a decolagem, receberam-no de volta com grito de guerra. (Divulgação)
A programação contou com palestra do piloto rebocador Arthur Dianin, que mostrou tudo o que precisa ser feito para a aeronave, sem motor, alçar vôo e, em seguida, os escoteiros acompanharam de perto, a inspeção e o vôo de um dos planadores. Ao pousar, a aeronave e o piloto foram recebidos com o grito de guerra dos escoteiros.

Fonte: Jornal Gazeta de Bebedouro - edição nº 10179, de 19 e 20 de setembro de 2017.

Leia mais...

Meteorologia desfavorável impediu a realização das provas da Copa Volf neste final de semana.

Como a meteorologia não favorecia a realiza das provas, o Aeroclube de Bebedouro deslocou-se para a cidade de São Joaquim da Barra com o planador ASK-21 e o rebocador AB-180 onde participou do evento realizado pelo Bonanza Clube do Brasil, Bonanza Fly-in, divulgando o voo a vela e o Aeroclube de Bebedouro.

O evento aconteceu no aeroporto de São Joaquim da Barra no sábado (19), onde está a sede do clube, reunindo aeronaves de vários modelos e carros antigos.

20914504 1478595128898378 8588322247549187979 n

Leia mais...

Comandante Glauco Pinto de Almeida a esquerda, de verde.O Comandante Glauco Pinto de Almeida foi o piloto que voou da fábrica Douglas Aircraft Company situada nos Estados Unidos para o Brasil com o avião denominado Douglas DC-6 exposto no museu de Bebedouro e único atualmente no Brasil, em uma época bem diferente, sem o aparato tecnológico atual. Os cálculos eram realizados na mão sobre quantidade de combustível, distância a percorrer, cartas aeronáuticas em papel, poucas informações meteorológicas; o ano era 1958 e o piloto precisava se virar e chegar ao destino. 

O Comandante Glauco Pinto de Almeida, desde o início um grande apaixonado pela aviação, brevetou pelo Aeroclube do Brasil do Rio de Janeiro e fez carreira na PanAir, onde alcançou todos os postos e pilotou todos os tipos de aeronaves, como PBY-5 Catalina, Douglas DC-3, DC-4, DC-6 A/C, Lockheed Constellation, Convair, Caravelle e outros. Quando a PanAir cessou as atividades, voou na aviação executiva, pilotando King Air e Citation. Foi um dos pioneiros do voo livre (asa delta) em São Conrado, no Rio de Janeiro. Ingressou no voo a vela, no AVVRJ - Aeroclube de Voo a Vela do Rio de Janeiro, no início da década de 1980, foi instrutor, piloto rebocador, competidor e Presidente do Clube. “Era muito querido por todos, fazendo amigos por todos os lugares onde esteve, desde os aeroclubes do interior até as grandes empresas de aviação comercial. Do primeiro casamento, teve dois filhos, já falecidos, e um casal de netos. Era excelente de papo e um grande companheiro de viagem, contava histórias incríveis de suas aventuras aeronáuticas”, contou o Piloto e amigo Marinho do AVVRJ.

Leia mais...